Jobson
realizou na manhã da última terça-feira mais
um treinamento separado do grupo do Botafogo, como punição
por ter faltado ao treino da última sexta. O ato de indisciplina,
entretanto, também pesou no bolso do jogador, que foi multado
em quase 40% do seu salário. Enquanto isso, diretoria e comissão
técnica ainda discutem sua reintegração ao
elenco.
É possível que Jobson volte a tempo
de enfrentar o Internacional, neste domingo. Mas segundo o próprio
Joel Santana, “cada dia será um dia”. O que significa
que o caso do atacante será analisado frequentemente até
a tomada da decisão. De qualquer maneira, depois de punir
o jogador administrativamente, o Botafogo decidiu transmitir sua
confiança a alguém que é considerado uma peça
importante na luta por uma vaga na Libertadores.
No entanto, os passos de Jobson dentro e fora de
campo continuam a ser vigiados pelo Botafogo. De acordo com informações
que chegaram a General Severiano, o atacante teria sido visto numa
casa de shows na noite da última quinta-feira, véspera
da reapresentação da equipe. A alegação
do atacante para a ausência foi o fato de não ter conseguido
acordar a tempo de chegar ao clube para treinar.
O contrato de Jobson com o Botafogo, que vai até
junho de 2015, é cercado de confidencialidade. Uma das cláusulas
dá ao clube o direito de rescindir unilateralmente o vínculo,
caso o atacante cometa um ato de indisciplina considerado injustificável.
Dessa forma, estaria automaticamente suspenso o pagamento ao Brasiliense,
relativo a 60% dos direitos econômicos do jogador. Serão
cinco parcelas a serem quitadas até maio do ano que vem.
Os clubes brasileiros que desejam tirar Jobson do
Botafogo precisarão pagar uma multa rescisória de
€ 6 milhões (equivalente a R$ 14 milhões). No
caso de clubes estrangeiros, o valor, considerado simbólico,
é de € 20 milhões (quase R$ 47 milhões).
O Alvinegro, no entanto, garante não estar disposto a negociar
Jobson.
Fonte: Globoesportescom |