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O
bom desempenho de Jorge Henrique no início da temporada faz
a torcida sofrer com especulações sobre sua possível
saída. O atacante é um dos vários casos de
atletas cujos direitos econômicos estão divididos entre
clubes e grupos de empresários, o que, em teoria, poderia
facilitar sua transferência. E a torcida do Botafogo pode
usar o exemplo do zagueiro Juninho como argumento para esperar uma
saída repentina. No entanto, a diretoria do Alvinegro deixa
claro que, no caso do camisa 7, a história não se
repetirá.
Os direitos econômicos de Jorge Henrique estão divididos
entre o grupo de empresários MFD (25%), Atlético-PR
(50%) e Botafogo (25%). Há alguns dias, surgiu a possibilidade
de uma troca de Jorge Henrique por Leandro Amaral, que tem contrato
com o Vasco. Recentemente, foi a vez da notícia de que a
MFD poderia comprar o percentual do Atlético-PR, o que facilitaria
uma negociação com um clube do exterior. O dirigente
alvinegro Ricardo Rotenberg garante que, dessa vez, não há
chance de o Botafogo ter um atleta negociado à sua revelia.
-Mesmo que não tivéssemos nada dos direitos econômicos,
temos 100% dos direitos federativos do Jorge Henrique. Sem a nossa
liberação, ele não sai, e ponto final. No caso
do Juninho, os empresários eram donos dos direitos econômicos,
mas a diferença é que eles possuíam uma carta
liberatória para transferi-lo - explica ele ao GLOBOESPORTE.COM.
Lógico que há o momento de um jogador chegar e sair.
A saída dele vai acontecer um dia, mas não temos interesse
em negociar o Jorge Henrique em julho, quando haverá a abertura
do mercado europeu. A não ser que tenhamos uma proposta irrecusável.
Fonte: Globoesportes.com
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